A maior guerra que nunca aconteceu – pt 1

O ser humano é muito criativo. Um dia alguém, talvez coçando as feridas por estar sem fazer nada, junta num mesmo balaio algumas ruínas não totalmente explicadas pelo mundo afora, uns textos malucos de uma obscura seita esotérica e mais alguns textos indianos antigos e chega a uma conclusão surpreendente: houve uma guerra nuclear a mais ou menos uns 10.000 atrás. Surpreendente ? Você ainda não viu nada…

Tudo começa a uns 24.000 anos atrás. Mu (não o som que a vaca faz, mas o suposto continente perdido) havia afundado e matado a maior parte dos seus 64 milhões (!) de habitantes. Dos que sobraram, alguns colonizaram a Lemúria e outros fundaram o império Uigur, onde hoje é o deserto de Gobi, na Mongólia. Mas que na época era uma planície fértil, claro.

A Lemúria, que supostamente existia no Oceano Pacífico (ou no Oceano Indíco, tanto faz) se desenvolveu a ponto de ter uma tecnologia comparável a dos nossos dias. Aviões, trens monotrilho, eletricidade, viagens espaciais, altos dons psíquicos, tudo isso já existia na Lemúria. De lá, seus habitantes partiram para colonizar outras áreas. Os “phress”, que valorizavam o senso prático, colonizaram a Atlântida. Os “katholis”, mais ligados à espiritualidade, colonizaram o subcontinente indiano e fundaram o Império Rama.

Então, a 24 mil anos atrás a Lemúria seguiu o mesmo destino do seu predecessor Mu e afundou por causa de uma catástrofe geológica. Sobraram então o Império Rama, o Império Uigur, a Atlântida e o Império Osiriano, que existia onde hoje é o mar Mediterrâneo, o Egito e o Sul da Europa e que ninguém sabe explicar como se formou. Ah, naquela época o mar Mediterrâneo não existia, o estreito de Gibraltar ainda estava fechado e o mar Mediterrâneo era um imenso planalto fértil. Inclusive o rio Nilo naquela época virava a oeste e desembocava direto no Oceano Atlântico. Fantástico, não ?

A partir daí a Atlântida se desenvolveu mais do que os seus vizinhos e decidiu que tinha que dominar o mundo. Mais ou menos como os EUA hoje em dia. Ia começar uma guerra mundial de proporções apocalípticas.

Cada reino (se é que podemos chamá-los assim) tinha as suas zonas de influência. Rama tinha uma base avançada na Ilha de Páscoa. O Império Osiriano tinha bases na futura Grã-Bretanha. Atlântida tinha bases no continente americano. O bicho ia pegar.

Os atlantes resolveram começar a guerra contra Rama, o mais desenvolvido dos reinos. Ele havia se organizado em torno de sete cidades-estados, mais ou menos como a Grécia seria posteriormente. Os atlantes chegaram cheios de marra e armados até os dentes, vindos diretamente de Atlântida em naves de forma discóide chamadas vinamas e deram ao rei de uma das cidades duas opções: morte ou pagamento de tributos. O rei do lugar quis fugir da briga, mas os atlantes eram teimosos (nisso eles também lembram os norte-americanos). Quando os atlantes partiram para o ataque, o rei sacerdote simplesmente se concentrou, usou os poderes psíquicos herdados dos seus ascendentes lemurianos e todos os comandantes das tropas atlantes morreram de ataque cardíaco. Sem líderes, as tropas atlantes debandaram.

Rama venceu o primeiro round, mas perdeu a guerra. Revoltados, os líderes atlantes resolveram partir para a ignorância. Atacaram com armas nucleares (ou algo tão poderoso quanto elas) e destruíram todas as cidades-estados de Rama. Depois atacaram da mesma foram o Império Uigur, o mais obscuro dos reinos que existiam naquela época, o que menos temos informação. E estavam em plena guerra contra o Império Osiriano quando uma catástrofe geológica (mais uma !) ou as próprias armas que eles usavam, acabou com Atlântida. Mas os osirianos não puderam comemorar porque a passagem no estreito de Gibraltar se abriu e inundou a maior parte do Império Osiriano, criando assim o Mar Mediterrâneo. E também o mito do dilúvio universal, é claro.

Resultado da guerra: a humanidade perdeu os conhecimentos superiores que tinha e teve que recomeçar tudo quase do zero. Os sobreviventes de Atlântida colonizaram as Américas, sendo responsáveis pelos incas, maias e aztecas. O que sobrou dos osirianos foi responsável pelas primeiras dinastias egípcias. Os poucos que sobraram de Rama repovoaram a Índia e o Império Iugur foi totalmente destruído, dando espaço para o desenvolvimento dos seus vizinhos, os futuros chineses.

Há provas disso tudo ? Bem, não exatamente. Há, no máximo, se você tiver muita, mas muita boa vontade mesmo, alguns indícios. Que indícios são esses ? Bom, isso fica para amanhã, porque senão esse  texto vai ficar gigantesco e ninguém vai ler. Aguarde, e tire as suas próprias conclusões.

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Publicado em Inexplicável
2 comentários em “A maior guerra que nunca aconteceu – pt 1
  1. Agostinho Fernandes disse:

    Para saber estes pormenores eles não teriam encontrado livros antigos com as descrições? Os vedas por exemplo?

    • Há muitos escritos em sânscrito, alguns nem sequer foram traduzidas que descrevem as guerras entre O Império Rama e a Atlântida. Brevemente vou lançar tudo isso num livro que por agora tem o título provisório de” Hoje e dez mil anos atrás”

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