Meme literário de um mês – dia 19

Décimo-nono dia do meme literário de um mês. Espantoso que eu tenha conseguido chegar até aqui. Até o Google deve estar estranhando tantas atualizações nesse blog. Para tornar isso ainda mais espantoso, vamos à pergunta de hoje:

Qual é o livro que você leu, gostou e recomenda para todo mundo ler também?

Bom, acho que não faz muito sentido indicar um clássico. Clássicos não precisam de indicações, muito menos minhas. Então vou indicar um livro pouco conhecido de um autor brasileiro. Não, não vou indicar um dos meus livros. Eu não faria isso com vocês.

Eu indico Lúcifer – O Primeiro Anjo de Marcelo Hipólito. Como o próprio nome diz, o livro é sobre Lúcifer, o diabo, capeta, cramulhão, coisa-ruim,  cabrunco, capiroto, demônio, tinhoso, besta. Bom, acho que vocês entenderam.

O autor claramente se baseou nas lendas judaico-cristãs antigas. Dá para perceber muitas influências dos apócrifos judeus, principalmente na parte em que ele escreve sobre a Lilith. Mas ele também toca em tradições budistas, islâmicas e outras. Poderia ter virado uma salada insossa essa mistura de tradições tão diferentes.

Mas não virou. O autor conseguiu uma obra coesa, que faz sentido, cheia de ação e que chega a um bom final. Ela poderia ter se estendido mais em alguns pontos, dava até para fazer, quem sabe, uma trilogia (já que está na moda ultimamente) mas isso não atrapalha o andamento da obra, ao contrário, lhe dá uma boa agilidade.

Eu recomendo a leitura, só não sei se vai ser fácil de encontrar esse livro por aí. O li a uns quatro anos atrás, por indicação do meu irmão, que recebeu a indicação de alguém num fórum da internet. Admirável mundo novo, não ? Mas se você encontrar não deixe de ler, vale a pena.

Sabe o que vai acontecer amanhã às onze horas ? Isso mesmo, outro post aqui no blog.

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2 comentários sobre “Meme literário de um mês – dia 19

  1. por falar em Lúcifer, li há algum tempo o Rebelião de Lúcifer, do J J Benitez. A história é bem fantástica, e entre idas e vindas conta sobre a “quarentena” a que o nosso humilde planetinha foi submetido até o julgamento celestial do dito cujo. Por que nós? Porque a Terra (ou Iurancha, ou Urantia) é especial por ter sido o local da última encarnação terrestre de Micael, ou Jesus, antes de ser consagrado Príncipe do Universo (ou algo assim, não lembro os detalhes).
    Parece loucura, mas é bem interessante. 🙂

  2. Eu sempre desconfiei que o JJ Benitez usava alguma coisa para compor os seus livros. Depois que eu li “Meus enigmas favoritos” dele, eu tive certeza. Ele usou Santo Daime quando esteve no Brasil. Está explicado.

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